Por que essa é a minha causa
Trabalho com pessoas que precisam de atenção especial há mais de cinco décadas. Nesse caminho, aprendi com centenas de famílias atípicas que o amor sozinho não resolve — ele precisa vir acompanhado de política pública, de serviço que funciona e de porta que abre.
A família que recebe um diagnóstico de autismo entra numa corrida contra o tempo. E quase sempre corre sozinha: fila para avaliar, fila para terapia, escola que não sabe o que fazer, trabalho que se perde para poder cuidar. Meu compromisso é encurtar essa corrida.
O que eu vou defender
Diagnóstico sem espera
Ampliar a rede pública de avaliação para que nenhuma família precise esperar anos — ou pagar o que não tem — por um diagnóstico.
Terapia contínua pelo SUS
Atendimento multidisciplinar de verdade: fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia e educação física, com continuidade e perto de casa.
Escola preparada, não só matriculada
Formação continuada para professores e profissional de apoio em número suficiente. Matricular sem preparar não é inclusão.
Apoio a quem cuida
Acolhimento psicológico, orientação jurídica e apoio de renda para mães, pais e cuidadores que abrem mão da própria vida profissional.
CIPTEA respeitada em todo lugar
Que a carteira de identificação seja reconhecida em qualquer serviço público do país, sem que a família precise explicar o diagnóstico toda vez.