Respeito às pessoas com deficiência

Acessibilidade não é favor nem gentileza. É direito garantido em lei — e que ainda não chegou na maior parte das cidades brasileiras.

Por que essa é a minha causa

Fundei o Centro de Atividades Especiais Helena Holanda para oferecer reabilitação a quem não tinha para onde ir. Depois disso, coordenei a política municipal da pessoa com deficiência em João Pessoa e levei a pauta da acessibilidade para dentro da Câmara.

Aprendi que a lei existe, mas a fiscalização não. Calçada intransitável, prédio público sem rampa, ônibus com elevador quebrado: tudo isso é ilegal — e segue acontecendo todo dia, porque ninguém cobra.

O que eu vou defender

  1. Acessibilidade que sai do papel

    Fiscalização real de calçadas, prédios públicos e transporte, com consequência para quem descumpre a lei.

  2. Transporte sem barreira

    Frota adaptada e em manutenção, e passe livre concedido sem a burocracia que hoje cansa mais que a viagem.

  3. Trabalho de verdade

    Fiscalizar a lei de cotas e investir em qualificação profissional, para que a vaga seja carreira e não estatística.

  4. Reabilitação perto de casa

    Fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional na rede pública, com órteses, próteses e cadeiras entregues sem fila.

  5. Tecnologia assistiva ao alcance

    Redução de custo e programas de acesso a equipamentos que devolvem autonomia — hoje caros demais para quem mais precisa.

Ver todas as prioridades

Acessibilidade se conquista cobrando

Me mande o que está errado na sua cidade: a rampa que não existe, o ônibus que não para, o serviço que não atende.